quarta-feira, 1 de junho de 2016

Coisas que não percebo

Posso viver mil anos, que há coisas que nunca vou perceber.

1º A necessidade que as pessoas têm de se revoltar nas redes sociais com coisas de pouca importância. Isto é geral, não é só cá no nosso portugalinho (feliz ou infelizmente). E normalmente, quanto menos importância o caso tem mais as pessoas se irritam. Mas Portugal tem uma agravante, existe um conjunto de pessoas retardadas (calmaaaaaa, não estou a ofender ninguém, retardado é algo que chega tarde, que se atrasa - fui confirmar ao dicionário que é por causa das coisas) que se revoltam como se estivesse prestes a rebentar a 3ª guerra mundial por causa de uma coisa que se passou à SEIS anos. Ok, o senhor foi extremamente infeliz nas palavras, até aqui completamente de acordo, mas uma pessoa que pousa nu com o disco à frente e usa capachinho acho que ninguém esperava que alguma vez disse-se coisas como deve ser. Vamos lá ter calma, que isso faz mal ao colesterol, provoca AVC's (principal causa de morte em Portugal juntamente com todas as outras doenças existentes, também não percebo mas fica para uma próxima).
 
2º Os Verdes, esse grande partido que pretende "promover uma intervenção ecologista mais activa na sociedade portuguesa" (sim é o que diz no site deles, fui pesquisar que não quero dar informações erradas a ninguém) querem que na Constituição da República Portuguesa (que às vezes mais parece das bananas) passe a constar a obrigatoriedade dos toureiros terem a escolaridade obrigatória. Ora se calhar sou só eu, mas vejo demasiadas coisas erradas nesta frase. Em primeiro lugar penso em Verdes vem-me à cabeça campo, campo - animais, animais - touros, touros - touradas. Na minha cabeça (e aqui confesso que o erro é meu) achava que os verdes não se preocupavam só com os campos e em reciclar, que os animais também eram importantes na sua agenda política, mas afinal desde que quem espeta a farpa no touro tenha lido "Os Maias", "O Memorial do Convento", "Os Lusiadas" e "A Mensagem" já não há problema nenhum. E eu até consigo perceber a lógica porque eu cá também preferiria levar uma facada de uma pessoa minimamente culta do que de uma pessoa que não sabe quando é 2+2.

2 comentários:

  1. É o que dá porem-se a entrevistar pessoas a seguir às refeições... O tintol não tem espinhas para o tio Cid!
    Quanto ao segundo tema, eu gostava mesmo, mesmo, mesmo era que fosse elaborado um projecto-lei que proibisse os toureiros de saírem à rua sem serem algemados. Isso, sim, era lei. Tenho a certeza que os touros vão sentir-se muito melhor com esta ideia do PEV. Levarem com as farpas no lombo? Sim, mas não cravadas por analfabetos! Ainda se a frequência escolar lhes curasse a psicopatologia de que sofrem...

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  2. Não tenho paciência para comentadores de Facebook. É cada discussão sobre nada!

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