sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Dar Sangue

Nos últimos dias tem-se visto nos telejornais que os bancos de sangue estão com problemas nas reservas relativamente aos tipos O(+ e -) e A-, mas não sabia que a situação estava tão mal ao ponto do IPST (Instituto Português do Sangue e da Transplantação) começar a contactar via telefone.

Hoje ligaram-me do IPST a pedir para dar sangue uma vez que o meu é do tipo O+ (sabem o meu número e tipo sanguíneo por ser dadora de medula), e se eu já tinha pensado que o tinha que fazer agora vou mesmo. Não custa nada (até para uma mariquinhas como eu que morre de medo de agulhas), e pode mesmo salvar a vida de alguém.

A única vez que dei sangue não foi a melhor das experiências, totalmente por culpa minha, como me sentia óptima depois da recolha resolvi armar-me em super mulher e achei que não precisava de comer (logo eu, pessoa de tensão baixa e que passa a vida com quebras de tensão), e para agravar fui-me meter no metro sozinha. Resultado: Ia desmaiando, valeram-me umas senhoras que viram que não estava nada bem e me ajudaram. Não estou a contar isto para assustar, antes pelo contrário, quando as pessoas que estão na recolha nos dizem que é melhor comer é porque é mesmo, e quando nos dizem que precisamos descansar, precisamos mesmo.

No geral, para se poder dar sangue basta: ter mais de 50kg, idade entre os 18 e os 65 (a idade limite para a primeira dádiva é aos 60 anos), as informações mais detalhadas encontram-se aqui.

Custa tão pouco comparado com o bem que podemos fazer a alguém.

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